terça-feira, 14 de junho de 2011

Algumas vezes parei pela manhã e pôs me a escrever num novo amanhecer...
De tantas vidas ouvidas vividas. Descobri saídas...
            Não tinha com quem desabafa e descobri um Deus que me ouvia.
           Andei pelas estradas e descobri um Deus que escrevia minha história, que perpetuava esse ser divino em minha memória.
            Fiquei no silêncio, e descobri que no silêncio havia um ser divino que orava e conversava.
           Em meio a evolução da vida, descobri que era ingénuo, de exageros e dramas que eu era e ainda em certas partes sou um pesadelo.
          Descobri que o trabalho gera possibilidades, que a esperança gera realizações e que se  eu plantar ventos colherei tempestades.
            Eu as vezes sem que perceba no meu infinito do meu espírito eu largo carnal e vivo o meu espiritual.
            Posso ser zoado, condenado, mau falado, mas na minha consciência sei que nada sei que só Deus sabe.
            Gerei em mim um novo conhecimento de ser livre e não ser preso pelas coisas materiais pelas coisas superficiais...  

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